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Editora Bonijuris lança 2ª edição de “Vida em Condomínio”, o manual de bolso do síndico

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A Editora Bonijuris está lançando, em versão digital, a segunda edição do livro “Vida em Condomínio – 120 questões do dia a dia”, de Luiz Fernando de Queiroz. A obra, considerada um “manual de bolso” para síndicos e moradores, foi gestada a partir 700 colunas semanais assinadas por Queiroz e publicadas em três jornais de Curitiba ao longo de duas décadas.

Advogado, jornalista, especialista em direito imobiliário e zeloso da língua portuguesa, Queiroz adverte no primeiro capítulo: “Condomínio não pode ser acompanhado de preposição. É errado dizer Condomínio do Jardim das Araucárias ou Condomínio do Centro Administrativo. Isso desqualifica o significado da palavra e a torna equivocadamente parte do edifício”.

Ele explica: condomínio (sem a preposição) indica que a vila residencial, o conjunto de lojas, o centro de negócios, o conjunto de prédios de quatro andares estão fincados não só em estruturas de concreto, mas em bases jurídicas que dividem o terreno em frações ideais dispostas, por sua vez, em áreas comuns e privativas. “Uma e outra têm disciplina própria formando um todo praticamente indissolúvel”. Condomínio, portanto, não é um juntado de moradias, mas um modelo de aglomeração social, com regras, direitos e deveres que ditam a boa convivência.

Dados demográfico do IBGE, colhidos em 2010, demonstram a existência de 440 mil condomínios verticais no Brasil. Setores da construção civil estimam que esse número, que não inclui os condomínios horizontais, pode ter dobrado ou triplicado na última década, a depender da região do país.

“O condomínio é uma das instituições mais bem sucedidas do Brasil”, assinala Queiroz. “Mas é preciso seguir a convenção”, completa. Durante muitos anos, o governo brasileiro apostou na política de loteamentos. Casas populares eram construídas nas regiões periféricas da cidade e cada morador cuidava de si. A estrutura dependia do poder público. Os condomínios são a antítese desse modelo, uma vez que as despesas são rateadas entre os condôminos, determinadas por uma assembleia e executadas por um síndico que faz o papel de prefeito de um pequeno município. Só que com uma vantagem: ele não gera ônus para o poder público.

Cabe ao síndico, entretanto, administrar demandas e conflitos. Mas como fazer isso? É o que “Vida em Condomínio” se propõe a responder.  Para facilitar a consulta, o autor optou por dividir a obra em cinco sessões: o condomínio, o síndico, as finanças, os condôminos e as regras e deliberações. Tudo elaborado de forma didática para facilitar a consulta. “Se o modelo de condomínio brasileiro fosse adotado em outros países, resolveria muitos problemas de moradia”, garante Queiroz. Ele é um entusiasta do tema.

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Para receber um exemplar de divulgação do VIDA EM CONDOMÍNIO sem ônus, escreva um e-mail para lfqueiroz@grupojuridico.com.br, com seu nome, qualificação, CPF e endereço completo. Oferta por tempo limitado e sujeita à disponibilidade do estoque. Seu livro será custeado pelo Legado Tallarek de Queiroz.

INFORMAÇÕES: “Vida em Condomínio – 120 Questões do Dia a Dia”, de Luiz Fernando de Queiroz – Editora Bonijuris – 226 páginas – R$ 50,00 – www.livrariabonijuris.com.br

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