Entrevistas

Constituição fez do júri uma cláusula pétrea, afirma René Dotti

No limiar da redemocratização do país, o jurista curitibano esteve associado às comissões da sociedade civil que deram guarida ao novo texto constitucional

Em entrevista publicada na Revista Bonijuris (edição 657), o jurista René Ariel Dotti não poupa elogios ao tribunal do júri. “É a mais democrática instituição brasileira”, afirma. O advogado curitibano é um homem da tribuna. Em sua longa carreira, ele soma mais de 100 defesas em tribunais, alguns notáveis como a que o colocou frente a frente com os promotores do regime militar quando defendeu jornalistas ou vítimas dos “abusos ideológicos” da ditadura. No limiar da redemocratização do país, Dotti esteve associado às comissões da sociedade civil que deram guarida ao novo texto constitucional e, nos anos que se seguiram, também à renovação dos procedimentos do tribunal do júri. Para ele, um dos grandes trunfos da Carta de 88, chamada de Constituição-Cidadã, foi tornar o conselho de sentença uma cláusula pétrea, inscrita no artigo 5º que trata dos direitos fundamentais. Leia a entrevista na íntegra.

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