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Autor de “Versos Cadentes”, Arioswaldo Trancoso Cruz morre aos 78 anos

Último livro poeta foi lançado no mês passado pela Editora Bonijuris e integra o sexto volume da Coleção Helena Kolody.
Arioswaldo Trancoso Cruz posa ao lado de Anita Zippin, colega na Academia de Letras José de Alencar, em lançamento de livro d poemas.

Presidente de honra da Academia de Letras José de Alencar, o poeta e professor Arioswaldo Trancoso Cruz, morreu nesta sexta-feira (28), aos 78 anos, vítima de câncer. Nascido em Morretes, no litoral do Paraná, em 29 de julho de 1942, Arioswaldo, ainda menino, mudou-se com a família para Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, onde viveu até os 38 anos. Foi na capital gaúcha que completou os estudos e deu início à vida profissional como professor de Filosofia e História na rede pública de ensino. Em 1980 desembarcou em Curitiba, atuando no ramo de panificação. Era artesão, desenhista e, principalmente, poeta. No mês passado, a Editora Bonijuris lançou o seu último livro – “Versos Cadentes” –, uma coletânea de poemas que integra o sexto volume da Coleção Helena Kolody, também editada pela Bonijuris. “Aos brados clamam os homens perdidos / Só existe o momento, vamos vivê-lo! / Aos deuses chamam os já desvalidos / Se só resta o agora. Por que perdê-lo?”, indaga nos versos de “Só o amor não passa”. Sobre Arioswaldo, a poetisa Anita Zippin, também integrante da Academia José de Alencar, escreveu: “Assim como no filme “Encontro Marcado” [estrelado por Anthony Hopkins e Brad Pitt], ele tinha um encontro com a eternidade. Estará sempre conosco a alimentar nossos sonhos e multiplicar nossa inspiração”.

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