Notícias

Amapar lança 20ª edição da Revista Judiciária do Paraná

Com periodicidade semestral, a revista traz como destaque o artigo do desembargador Mário Helton Jorge, mestre em Direito na PUC do Paraná, que aborda a questão da sucumbência e dos honorários advocatícios. >>> Lançamento acontece nesta sexta-feira (29) na sede da entidade em Curitiba.

A Associação dos Magistrados do Paraná (Amapar) lança, nesta sexta-feira (29), a 20ª edição da Revista Judiciária do Paraná. O evento será realizado às 19 horas, na sede da entidade em Curitiba.

Com periodicidade semestral, a revista traz como destaque o artigo do desembargador Mário Helton Jorge, mestre em Direito na PUC do Paraná, que aborda a questão da sucumbência e dos honorários advocatícios. Para ele, ainda que o direito processual civil imponha que ao vencido nas demandas seja transferida a obrigação de pagar as custas processuais, há dúvidas sobre como deve ser apurado o grau desta sucumbência.

Na apresentação o diretor da revista, Joatan Marcos de Carvalho, registra o momento de complexidade vivido pela população mundial, em que uma pandemia de alcance global reduziu forçosamente os direitos e garantias individuais para impedir que a contaminação produzisse danos maiores do que os assinalados – e eles foram de grande monta.

“Esta tendência redutora dos direitos e garantias individuais há de passar, mas, por certo é preciso o assentamento firme dos mais preciosos valores jurídicos que nos conduziram ao estado de direito”, escreve ele.

Publicada desde 2006, a 20ª edição da Revista Judiciária traz 14 artigos de doutrina, além de 30 páginas de jurisprudência nas mais diversas áreas do direito.

Durante o evento, a Amapar homenageará também o desembargador Adalberto Xisto Jorge Pereira com a comenda Alceste Ribas de Macedo. Macedo fundou a associação em 11 de agosto de 1957, ao lado de um grupo de juízes idealistas.

A Amapar fica localizada na Rua Alberto Folloni 541/543, no Juvevê. Telefone: 3017-1600. Mais informações no site da Amapar (www.amapar.com.br).

compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Compartilhar no email
Email

Leia também:

O STF político

Os efeitos da decisão desastrada de Fachin devolveram a elegibilidade a Lula e transformaram as eleições presidenciais do ano que vem. O resultado é uma nuvem de insegurança jurídica.

A mulher de César

Lula, agora elegível, marcha resoluto para disputar o pleito presidencial em 2022. Por mais que as acusações contra ele tenham retornado à estaca zero, os indicadores claros de corrupção em seu governo, no de sua sucessora e em seu partido são evidentes.